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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Por que o queijo é um alimento viciante?


Um dos alimentos qualificados como um dos "mais desejados" é o queijo, sobretudo em Minas. E não importa se é queijo mineiro, frescal, suíço, provolone, roquefort, brie, cheddar, gruyere, parmesão ou gorgonzola; colocou um queijo na mesa tem que distribuir irmanamente para todo mundo presente, discussão por causa de queijo por lá pode acabar em morte.

Grande parte de seu atrativo, segundo os especialistas, deve-se a que contém casomorfina, uma substância estruturalmente parecida às endorfinas, presente também no leite materno, e que gera uma agradável sensação de bem-estar.

Seu efeito viciante, ainda que potente, é dez vezes inferior ao de sua irmã maior, a morfina.

Só por hoje, procurarei viver este dia apenas, sem colocar um só naco de queijo na boca... só por hoje, uai!


Fonte: Via | Health Kismet Blog/NDIG / Portaldascuriosidades

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A verdade sobre a febre


febre é um assunto que precisa ser esclarecido, pois se trata de um dos mecanismos mais importantes dos processos de auto cura. Controlada pelo Sistema Fundamental de Regulação, ela reflete a ação enzimática das células do sistema imunológico envolvidas no combate à presença de microrganismos ou toxinas.

Isso significa que sua intensidade será sempre a mais correta e precisa em relação às necessidades de desintoxicação do organismo. Por isso, tem de ser respeitada e jamais interrompida com medicamentos antitérmicos, que sabotam o próprio processo de auto cura do organismo, promovendo consequências imprevisíveis.

Poucos sabem que a febre só é realmente perigosa acima de 42,2ºC, como afirma “Os Princípios da Medicina Interna” de Harrison,  embora existam exceções, como no caso da pediatria e das pessoas que sofrem de pressão alta, embora, mesmo nesses casos, nada deve ser feito até os 38,5ºC. E quantas vezes na vida alguém já viu um termômetro chegar aos 41ºC? Pouquíssimas né?


Fonte: CAMARGO, Mônica Lacombe - Saúde e Beleza Forever - Seu Guia Contemporâneo de Nutrição e Higiene. / Portaldascuriosidades

Quando piscamos o cérebro descansa

Um ser humano pisca de 15 a 20 vezes por minuto. Os especialistas sempre acreditaram que estas piscadas espontâneas, que acontecem em todos os poucos segundos, tinham como objetivo unicamente lubrificar a córnea e evitar que se resseque. No entanto, a velocidade é maior que a necessária para a lubrificação ocular, segundo um estudo publicado na revista PNAS.

Para averiguar as causas, Tamami Nakano e seus colegas da Universidade de Osaka (Japão), autores da pesquisa, examinaram a atividade cerebral relacionada com a piscada espontânea enquanto os participantes viam vídeos gravados da série britânica "Mr. Bean", usando imagens de ressonância magnética funcional.

Durante o experimento, os participantes pestanejaram espontaneamente uma média de 17,4 vezes por minuto (desde 3,1 até 51,0) em frente à tela, sobretudo nos momentos de interrupção da trama. Segundo os autores, dos resultados deduz-se que a piscada espontânea ajuda a liberar ativamente a atenção. E que desempenha um papel fundamental no equilíbrio entre duas grandes redes cerebrais que sustentam anatomicamente a atenção e que competem entre si: a rede dorsal e a rede neuronal.

- "Observamos que, ao visualizar vídeos, bem após a piscada a atividade cortical diminuía momentaneamente na rede dorsal", aponta Nakano. No entanto, a atividade aumentava na rede neural, que é a que permanece ativa quando o cérebro está em repouso, isto é, quando o indivíduo não atende ao mundo exterior, senão que está concentrado em seus processos internos. Foi notada ainda a diminuição da atividade na área do cérebro que ajuda saber onde concentrar a atenção.

Os pesquisadores acreditam que o olho pisca, então, como uma maneira de fazer uma pausa rápida antes de renovar a atenção, o que tende a ocorrer em momentos de transição lógica, como final de cena ou no fim de uma frase, por exemplo.


Fonte: | Japan Daily Express./NDIG / Portaldascuriosidades

Como descobrir o sexo do bebê no início da gravidez


A gestação de uma mulher é cercada de mistério até a altura da 15ª semana, em média, quando a ansiosa questão “é menino ou menina?” já pode ser respondida através de um exame ultrassom. Mas um novo método totalmente inofensivo parece ser capaz de descobrir o sexo do bebê ainda antes da quinta semana de gravidez.
Nem todos dão muita importância em saber o gênero do feto antes do nascimento, mas esse conhecimento é importante devido ao risco de distrofias musculares. São doenças genéticas associadas ao cromossomo X, ou seja, basta saber se é menino ou menina para tomar precauções.

As distrofias podem trazer sérias limitações (tais como necessidade de cadeira de rodas e risco de problemas cardíacos) ao bebê que vai nascer. Quando a doença é identificada no gene das mães, a maioria dos casais prefere abortar o feto (nos países em que isso é legal), o que é mais difícil se ela tiver que esperar as mais de onze semanas para ter certeza do sexo da criança.

Por essa razão, médicos de um hospital feminino em Seul (Coreia do Sul) descobriram um jeito de encontrar cromossomos Y (garantindo que o bebê será menina e livre do risco de distrofia muscular) no feto. Eles analisaram o gene PDE9A, que se encontra no sangue das mulheres grávidas, e descobriram que a partir dele é possível rastrear cromossomos Y no feto desde o início da gestação.

Em 203 mulheres analisadas, o teste apresentou 100% de precisão em determinar o sexo do bebê, no máximo até a quinta semana de gestação.


Fonte: NewScientist] / hypescience / portaldascuriosidades

13 Curiosidades do mundo atual!

Confira abaixo algumas notícias bem curiosas sobre o mundo atual! V ocê já parou pra pensar que existem tantas coisas curiosas em nos...